PETITE MESSE SOLENNELLE, ROSSINI
tnsc, LISBOA, 1998
“Mário Alves é uma revelação que vem compensar a eterna falta de tenores (nossa e não só), tendo-se desenvencilhado com limpeza no galhardo “Domine Deus”. Timbre límpido, afinação segura, técnica escorreita: um tenor lírico em potência, que precisa urgentemente de desabrochar em papéis operáticos”
(alexandre delgado jornal PÚBLICO)
O RAPTO NO SERRALHO, mozart
teatro piccini, BARI, 2006
“Piu scatenato, con momenti pungenti e spiritosi, nell’arco di una vocalità agile e sicura, il Pedrillo di Mario Alves” (Corriere del Mezzogiorno)
“Mario Alves è stato un Pedrillo dall’agilissima carica sia vocale che scenica”
(Dino Foresio, Operaclick)
O BARBEIRO DE SEVILHA – rossini LUCCA (Italia), 2009
“Mario Alves nel ruolo del Conte d’Almaviva ha interpretato il suo personaggio con particolare bravura riuscendo a dare un’adeguata enfasi al dramma comico…”
noitv.it
die entführung aus dem serail – mozart
quincena musical, SAN SEBASTIAN (Espanha), 2006
“Como también lo fue el solo ‘Frisch zum Kampfe’ de Pedrillo, bien interpretado y mejor cantado por el tenor Mário Alves.”
(El Diario Vasco, EMECE)
“Algo similar (excelente fraseo y timbre bien modelado) puede decirse del Pedrillo de Mario Alves, tenor de muy fina emisión.”
(DEIA, J.A.Z.)
“El duo formado por la soprano Ruth Rosique y el tenor MARIO Alves mantuvo la misma dinamica, cantando tambien con bravura y ofreciendo si cabe más vis cómica que la anterior pareja (José Bros y Mariola Cantarero)”
(iñigo rabiza, Noticias de Guipúzcoa)
O BARBEIRO DE SEVILHA – rossini
tnsc, LISBOA, 2006
“Quanto a tenores, Alves é o melhor desde os tempos de Guilherme Köljner, há meio século.” (Jorge Calado, Expresso, 02/2006)
IL CAPPELLO DI PAGLIA DI FIRENZE -n. rota
Tnsc, lisboa, 2011
“Entre os cantores destacam-se, pela importância dos papéis e excelência da actuação, o tenor Mário João Alves (Fadinard)…”
(Manuel Pedro Ferreira, jornal público)
jovens solistas celebram SCHUBERT
tnsc, LISBOA, 1997
“Mário João Alves é um verdadeiro tenor Mozartiano, com aquelas características sonoridades do oboé que distinguem este tipo de voz. É também um actor nato”
(DIÁRIO DE NOTÍCIAS)
O TURCO EM ITALIA – rossini
tnsc, LISBOA 2004
“…com uma bela linha de canto onde se adivinham bons recursos futuros na sua ária Ah! Sarebbe troppo dolce, o jovem tenor Mário João Alves foi uma agradável surpresa com momentos de grande qualidade.”
(A CAPITAL)
“A estreia moderna de Il Turco in Italia no S. Carlos, entre tudo o mais por que se constituiu um espectáculo que o público apreciou, deu (e muito bem) oportunidade a que o tenor Mário João Alves, no papel de Albazar, confirmasse que é um valor de excelência, com justo direito a que o nosso teatro lírico o tenha em conta. Tão justo, como dizê-lo na abertura desta nota.” in DIÁRIO DE NOTÍCIAS (sobre “Il Turco in Italia”) 2004
LES TROYENS, berlioz
tnsc, LISBOA, 1998
“Distinguiu-se em especial, Mário João Alves (no jovem marinheiro Hylas), com o belo solo que abre o 3o acto, ‘Vallon Sonore’. Parece pronto para cometimentos mais importantes.”
(jorge calado, Jornal EXPRESSO)
“A pungente canção de Hylas valeu ao tenor Mário João Alves uma apreciável estreia em cena”
jornal público
L’ELISIR D’AMORE – donizetti
CAIRO OPERA HOUSE (Egipto), 2010
Nemorino (Mario Alves , the Portugese guest tenor) sung the aria with great sensitivity. Alves’s voice is not big but it is definitely charming, and the singer’s technical ease allowed him to shape every note with perfection. Alves fit the role adequately, which was noticeable throughout the opera, starting with his opening aria “Quanto é bella” (How lovely she is) from Act I, Scene I, which he sung exquisitely.
(Al-Ahram Weekly)
LO SPEZIALE – haydn
tnsj, PORTO, 2000
“…Mário João Alves, no protagonista, veste-se de verde e pinta de verde a cabeleira. É excelente, com um comando notável do recitativo.”
(jorge calado, Jornal EXPRESSO)
COSI FAN TUTTE – mozart
tnsc, LISBOA 2006
“A revelação, para mim, foi Mário João Alves, carinhosamente suportado pelo maestro. O timbre é agradável e a voz usada com natural musicalidade.”
(Jorge Calado, jornal expresso)
DER ROSEPILGERFAHRT – schumann
ccb, LISBOA, 2004
“Contudo, o tenor Mário João Alves, no papel de narrador, distinguiu-se dos demais solistas, pois foi quem mais se preocupou com a prosódia do texto. Num alemão claro e saboreado, ao explorar a retórica do texto conseguiu uma maior paleta tímbrica, que tornou a sua prestação mais cativante.”
(Jornal EXPRESSO)
THE ENGLISH CAT, Henze
tnsc, LISBOA, 2000
“…Entre os cantores destaca-se… e a versatilidade de Mário João Alves, no desempenho de vários papéis.”
(Jornal público)